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MAIS COMERCIÁRIOS ASSOCIAM-SE AO SECEG APÓS A REFORMA TRABALHISTA
Cadastrado em 23/08/2017 14:23
Pedro e Marcos. Somando aos mais de 30 mil sócios SECEG
Marcos: "Dedico meu apoio a este sindicato que sempre nos tratou com seriedade."
André: " Quase perdi meu direito ".

 

O Sindicato dos Empregados no Comércio no Estado de Goiás (SECEG) conta, atualmente, com mais de 30 mil sócios e após a aprovação da Reforma Trabalhista vem ganhando novos sócios. “Muitos estão preocupados com as mudanças na lei e ainda quem vai representá-los em negociações ou acertos trabalhistas, “ explica Eduardo Amorim.  

 

É o caso do Marcos Bernardino Pereira de Souza que trabalha na N3 Comércio e Serviços.

 

“ Fui sócio da entidade em 1999 porque sempre busquei  os benefícios como médicos, odontológos, cursos e outros. Desta vez retorno à casa trazendo esposa e três filhos, mas também para dedicar meu apoio a este sindicato que sempre nos tratou com seriedade ”, explica Marcos.

 

Pedro Augusto Lima dos Santos, 25, é vendedor  na empresa Agro Universo e encontrou no SECEG a oportunidade de usufruir o que as três unidades ( Vila Nova, Campinas e Garavelo) oferecem a ele e seus pais, mas também como forma de ter um sindicato que o defenda em relação a seus direitos e ainda aumento salarial.

 

“ Não gostaria de ficar sem o sindicato dos Comerciários porque perderei os benefícios que ele oferece para minha vida e ainda como trabalhador”, fala Pedro, ainda complementando que é “complicado para ele negociar direto com o patrão porque não tem conhecimento  jurídico para isso”.

 

 

 

Foi o que aconteceu com André Victor Rodrigues da Silva após trabalhar mais de quatro anos na empresa Novo Mundo, quando foi demitido porque o turno que trabalhava foi extinto. No entanto, ele fazia parte da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes ( CIPA)  e procurou o SECEG para que a entidade liberasse sua demissão para a empresa. “ Mas eu não sabia o meu direito corretamente. Foi então que a advogada da entidade explicou que eles teriam que me pagar uma espécie de bonificação por estarem me exonerando, mesmo fazendo parte da CIPA”, esclarece André.

 

O setor Jurídico do SECEG acompanhou o processo do André na Justiça do Trabalho e ele ganhou R$ 30 mil de indenização. “Este dinheiro, que eu nem esperava, vai me ajudar na reforma da casa que moro”, conta.

 

Para o presidente do SECEG é uma satisfação saber que o sindicato é visto como um amparo ao comerciário. “ Afinal de contas existimos com objetivos e finalidades certas. Dizem que é na crise que conhecemos os fortes. O SECEG é, e sempre será, um forte”.

 

 Fonte: SECEG

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